Em setembro de 2026, Donald Trump baniu três grandes veículos de imprensa — CNN, Politico e MS NOW — do acesso à Casa Branca, alegando cobertura tendenciosa sem apresentar provas. A medida, sem precedente recente na história americana, desencadeou ações judiciais baseadas na Primeira Emenda e provocou solidariedade inédita entre redes rivais. No horizonte mais amplo da história democrática, o episódio ecoa um padrão global reconhecível: o de líderes populistas que tratam a imprensa livre não como pilar institucional, mas como adversária a ser silenciada.
Trump em guerra contra a liberdade de imprensa nos EUA
Jornalistas de CNN, Politico e MS NOW foram barrados fisicamente da Casa Branca, impedindo cobertura de eventos presidenciais.