Entre a ameaça e o diálogo, Donald Trump mantém o mundo em suspense ao declarar que pondera uma ação militar contra o Irã — enquanto, paradoxalmente, sinaliza abertura para se sentar à mesa com o presidente iraniano Pezeshkian. Essa oscilação entre a retórica da destruição e o gesto diplomático não é novidade na história das grandes potências, mas raramente se apresenta de forma tão explícita e simultânea. O que está em jogo não é apenas a relação entre Washington e Teerã, mas a credibilidade das palavras como instrumento de poder — e os milhões de vidas que dependem de como essas palavras ser
Trump diz estar decidindo se explode o Irã inteiro ou não
Potencial para milhões de vidas afetadas em caso de conflito militar entre EUA e Irã, embora nenhuma ação tenha sido executada até o momento.