Entre a mesa de negociações e a sala de guerra, Donald Trump reuniu assessores na Casa Branca para deliberar sobre o futuro das relações com o Irã — um momento que condensa, em microcosmo, a tensão permanente entre diplomacia e força que define a política externa das grandes potências. O presidente sinalizou que o Irã parece levar as conversas 'mais a sério', mas recusou-se a fechar a porta sobre uma intensificação militar, cultivando uma ambiguidade que é, em si mesma, uma forma de pressão. Notavelmente, Trump declarou não ter pressa em resolver a questão antes das eleições de novembro, suger