Diante da Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro de 2026, Donald Trump escolheu o palco mais universal da diplomacia mundial para reafirmar, antes de tudo, a si mesmo. Entre a autoexaltação política, a sinalização de Cuba como próximo alvo geopolítico e a proposta de rebatizar a inteligência artificial de 'superinteligência', o discurso revelou um líder que transforma fóruns multilaterais em extensões de sua narrativa doméstica. O momento levanta uma questão perene: quando um chefe de Estado fala ao mundo, a quem, de fato, está se dirigindo?
Trump discursa na ONU com autoelogio, aponta Cuba como próximo alvo e redefine IA
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