Quando governos se afastam do consenso científico em nome de teorias já refutadas, o que está em jogo não é apenas uma política de saúde, mas a confiança coletiva que sustenta a medicina preventiva. Trump anunciou planos para reformular o calendário vacinal infantil dos Estados Unidos, argumentando que espaçar doses reduziria casos de autismo — uma alegação que décadas de pesquisa internacional, incluindo revisão da OMS publicada em 2026, descartaram de forma consistente. A proposta coloca em tensão a autoridade política e o conhecimento científico acumulado, com consequências potenciais para
Trump defende fracionamento de vacinas infantis baseado em teoria sem comprovação científica
Potencial impacto na saúde pública infantil caso mudanças no calendário vacinal sejam implementadas sem base científica, aumentando risco de doenças preveníveis.