Em um único dia, cerca de 60 mil pessoas cruzaram a fronteira entre o Marrocos e Ceuta, o enclave espanhol no norte da África que representa uma das poucas fronteiras terrestres entre a Europa e o continente africano. Pelo menos 34 vidas se perderam nas águas do trajeto, enquanto as autoridades espanholas tentavam conter o fluxo e o primeiro-ministro Pedro Sánchez viajava pessoalmente à cidade. Do outro lado do Atlântico, Donald Trump transformou a tragédia em argumento eleitoral, invocando Ceuta como prova de que as políticas democráticas conduzem ao caos — um gesto que revela como o sofrimen
Trump compara crise migratória em Ceuta a governo Biden e alerta sobre democratas
Pelo menos 34 pessoas morreram durante a travessia para Ceuta, com corpos recuperados nas águas da rota considerada uma das mais perigosas para migrantes.