No limiar de uma ação militar, o presidente Trump recuou e cancelou uma operação avançada contra os houthis do Iêmen — um gesto que revela a distância entre a retórica de força e a disposição real de empregá-la. Enquanto o G7 exige contenção do grupo e a Arábia Saudita continua seus bombardeios, Washington escolheu a hesitação, deixando o futuro da ordem regional sem um arquiteto claro. O Iêmen, palco de sofrimento há anos, assiste a mais um capítulo em que as grandes potências deliberam enquanto o mapa se redesenha no terreno.
Trump cancela ataque aos houthis no Iêmen no 'último minuto', diz NYT
Ataques sauditas deixaram seis mortos na cidade iemenita de Moca.