No cruzamento entre a instabilidade do Sahel e as ambições geopolíticas das grandes potências, a administração Trump pondera uma intervenção militar no Mali contra o JNIM, grupo jihadista vinculado à Al-Qaeda que se tornou a força extremista mais poderosa da região. A proposta, ainda não aprovada e marcada por divisões internas, carrega o peso de uma equação delicada: qualquer ação americana num país onde soldados russos também operam aproxima o mundo de um confronto que vai muito além das fronteiras africanas. É mais um capítulo na expansão silenciosa do alcance militar americano sob Trump —
Trump avalia ação militar no Mali contra grupo ligado à Al-Qaeda
Grupo JNIM realizou ataques coordenados que afetaram população civil em diferentes partes do Mali, incluindo capital Bamako.