Em setembro de 2026, a administração Trump autorizou a transferência de 2,8 bilhões de dólares em munições para Israel — incluindo 40 mil bombas de grande calibre —, reafirmando um compromisso estratégico que, como tantas decisões de armamento na história, carrega consigo o peso silencioso das consequências ainda por vir. O gesto é, ao mesmo tempo, uma declaração de aliança e uma aposta sobre o futuro de uma região já marcada pela fragilidade.