Em um gesto que entrelaça alianças históricas com tensões internas, o presidente Trump formalizou a venda de um vasto arsenal a Israel — 40 mil bombas de uma tonelada entre outros equipamentos, em um acordo avaliado em 14,4 bilhões de reais. A decisão, tomada apesar da resistência organizada de legisladores democratas, revela as fraturas dentro do próprio governo americano sobre o papel das armas na diplomacia. Mais do que uma transação militar, o episódio coloca em evidência a questão perene de como as nações equilibram interesses estratégicos com responsabilidades humanitárias.