Na tribuna das Nações Unidas, o presidente Trump escolheu palavras com a precisão de quem sabe que nomenclatura é poder: ao rebatizar a inteligência artificial de 'superinteligência', sinalizou não uma curiosidade semântica, mas uma declaração de intenções sobre quem pretende liderar — e em quais termos — a próxima era tecnológica. A rejeição simultânea de qualquer regulamentação internacional revela uma visão de mundo em que a soberania tecnológica americana não admite árbitros externos. A humanidade observa, mais uma vez, como a linguagem antecede a lei.
Trump anuncia troca de nome de IA para 'Superinteligência' na ONU
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