Na tribuna das Nações Unidas, palco histórico do diálogo entre nações, Donald Trump escolheu a linguagem da força: prometeu empregar poderio militar na América Latina e falou em aniquilar o Irã, reacendendo fantasmas de uma diplomacia coercitiva que o mundo pensava ter deixado para trás. O discurso, proferido diante de representantes de quase duzentos países, coloca em xeque os princípios de soberania e não-intervenção que sustentam a ordem internacional desde o pós-guerra. A humanidade observa, uma vez mais, a tensão entre o poder que se anuncia e os acordos que prometem contê-lo.
Trump ameaça aniquilar Irã e retomar intervenção militar na América Latina na ONU
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