Em um gesto que mistura simbolismo e estratégia, Donald Trump abriu uma consulta pública para renomear a 'Inteligência Artificial', enquanto simultaneamente anuncia a criação de um czar e uma força-tarefa para governar a tecnologia. A iniciativa revela uma administração que, ao mesmo tempo em que minimiza publicamente os riscos da IA, reconhece em privado seu peso econômico e geopolítico. No pano de fundo, acusações de conluio entre as maiores empresas do setor e vozes críticas como a de Bernie Sanders lembram que as questões em jogo vão muito além de um nome.