No silêncio das noites interrompidas, o corpo de milhões de hipertensos trava uma batalha invisível: cada pausa na respiração eleva, imperceptivelmente, o risco cardiovascular. Um estudo brasileiro publicado em 2025 revelou que tratar a apneia obstrutiva do sono com CPAP reduz a pressão arterial mesmo em pacientes cujos medicamentos já não respondem — abrindo uma fresta terapêutica onde antes havia apenas impasse. A ciência, mais uma vez, encontra na conexão entre sistemas aparentemente distintos uma chave para doenças que resistem às soluções isoladas.
Tratar apneia do sono pode reduzir pressão arterial em hipertensos
Pacientes com hipertensão resistente enfrentam risco elevado de complicações cardiovasculares como infarto e acidente vascular cerebral.