Em catorze mercados ao redor do mundo, uma pesquisa do Boston Consulting Group com mais de onze mil profissionais revela uma transformação silenciosa: o trabalhador moderno deixou de ser produtor para se tornar supervisor de máquinas. Quase metade desses profissionais gasta mais tempo orientando, revisando e corrigindo a inteligência artificial do que executando tarefas diretamente — e 41% relatam que a carga mental aumentou, mesmo quando o relógio marca menos horas de trabalho. É o paradoxo da eficiência sem direção: o tempo foi liberado, mas ninguém ensinou o que fazer com ele.
Trabalhadores viram revisores de IA, aponta pesquisa do BCG
Aumento da carga mental relatado por 41% dos trabalhadores, indicando impacto psicológico da supervisão intensiva de IA.