Trabalhador morre soterrado em buraco de 3,5 metros durante manutenção de esgoto em Dracena

Israel Pereira da Silva, 58 anos, morreu soterrado durante trabalho de manutenção de esgoto, deixando familiares enlutados.
Quando finalmente foi retirado, seu coração já não batia
Israel Pereira da Silva foi resgatado em parada cardiorrespiratória após ser soterrado em buraco de esgoto.

Na tarde de uma quarta-feira comum, Israel Pereira da Silva, 58 anos, desceu a um poço de manutenção em Dracena e não voltou — soterrado pelo desmoronamento de terra a 3,5 metros de profundidade, numa avenida que agora carrega o peso de uma morte que poderia ter sido evitada. Acidentes como este nos lembram que o trabalho invisível que sustenta as cidades pode cobrar um preço alto e irreversível de quem o executa. Enquanto as instituições acionam seus mecanismos de apuração, uma família enlutada aguarda respostas que nenhum relatório será capaz de completar.

  • A terra cedeu de forma súbita sobre Israel enquanto ele drenava o esgoto no fundo de um buraco de 3,5 metros, sem que houvesse tempo para reação.
  • Colegas tentaram resgatá-lo com as próprias mãos antes da chegada dos bombeiros, mas Israel foi retirado já em parada cardiorrespiratória.
  • Os bombeiros iniciaram manobras de reanimação no local e o transportaram ao Pronto-Atendimento Municipal, onde o óbito foi confirmado.
  • O local foi interditado, a Polícia Civil assumiu a investigação e a empresa responsável, a Emdaep, emitiu nota de pesar e se colocou à disposição das autoridades.
  • A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) deverá investigar as circunstâncias do acidente e avaliar se as medidas de segurança foram cumpridas.

Na tarde de quarta-feira, 4 de fevereiro, Israel Pereira da Silva, 58 anos, descia a um buraco de 3,5 metros na Avenida Rui Barbosa, em Dracena, para realizar manutenção na rede de esgoto da cidade. Era mais um dia de trabalho — até que a terra cedeu.

O desmoronamento soterrou Israel no fundo do poço. Colegas presentes tentaram resgatá-lo antes mesmo da chegada dos bombeiros, mas quando ele foi finalmente retirado, já estava em parada cardiorrespiratória. As manobras de reanimação foram iniciadas no local, e ele foi levado ao Pronto-Atendimento Municipal. Não havia mais tempo. O óbito foi confirmado na unidade de saúde.

O local foi interditado e o caso encaminhado à Polícia Civil. A Emdaep, empresa municipal responsável pela obra, emitiu nota de pesar, declarou apoio à família e afirmou estar à disposição das autoridades para colaborar com a apuração. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) deverá investigar o que aconteceu — tentando entender como um homem desceu a um buraco e não voltou.

Na tarde de quarta-feira, 4 de fevereiro, a Avenida Rui Barbosa em Dracena ganhou as marcas de uma tragédia que poderia ter sido evitada. Israel Pereira da Silva, um homem de 58 anos, desceu a um buraco de 3,5 metros de profundidade para fazer manutenção na rede de esgoto da cidade. Ao seu lado estava outro funcionário. O que começou como mais um dia de trabalho terminou em morte.

O desmoronamento foi súbito. Terra cedeu sobre Israel enquanto ele realizava a drenagem do esgoto, soterrand-o no fundo daquele poço. Colegas que estavam no local tentaram tirá-lo antes mesmo da chegada dos bombeiros, mas não há registro de quanto tempo ele permaneceu enterrado sob o peso da terra. Quando finalmente foi retirado, seu coração já não batia. Estava em parada cardiorrespiratória.

Os bombeiros chegaram e fizeram o que puderam — procedimentos de reanimação foram iniciados no local. Israel foi levado ao Pronto-Atendimento Municipal com esperança de que ainda houvesse tempo. Não havia. O óbito foi constatado na unidade de saúde.

A Polícia Militar esteve presente e manteve a ocorrência em andamento até o final da tarde. O local foi interditado. O caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação. A máquina burocrática começou a se mover, como faz quando alguém morre em circunstâncias que exigem explicação.

A Empresa Municipal de Desenvolvimento, Habitação e Água e Esgoto de Dracena (Emdaep), responsável pela obra, emitiu uma nota de pesar. Seus diretores e funcionários se solidarizaram com a família de Israel. Afirmaram estar prestando apoio aos familiares e amigos neste momento de dor — as palavras que as instituições usam quando precisam reconhecer que algo deu errado sob sua responsabilidade.

A empresa também disse estar à disposição das autoridades para colaborar com informações e apuração das circunstâncias do acidente. Trata-se de uma obra de recuperação do emissário de esgoto, um projeto que agora carrega o peso de uma morte. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) deverá se reunir para investigar o que aconteceu — para tentar entender como um homem de 58 anos desceu a um buraco e não voltou.

A Emdaep se solidariza com a família do servidor e está prestando todo apoio aos familiares e amigos neste momento de dor
— Empresa Municipal de Desenvolvimento, Habitação e Água e Esgoto de Dracena (Emdaep)
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

Por que um trabalhador estava sozinho em um buraco tão profundo?

Model

A fonte não deixa claro se havia supervisão adequada ou se as normas de segurança foram seguidas. Ele tinha um colega próximo, mas em um buraco de 3,5 metros, a dinâmica de resgate é complicada.

Inventor

Os colegas conseguiram fazer algo antes dos bombeiros chegarem?

Model

Tentaram retirá-lo, sim. Mas não sabemos quanto tempo levou ou se suas tentativas foram eficazes. Quando os bombeiros chegaram, Israel já estava em parada cardiorrespiratória.

Inventor

A empresa está sendo responsabilizada?

Model

Ainda não há culpa atribuída. A Emdaep disse que vai colaborar com a investigação e que a Cipa vai apurar o ocorrido. É o começo do processo.

Inventor

Isso é comum em Dracena?

Model

A fonte não menciona outros acidentes. Mas acidentes em obras de esgoto — soterramento, desmoronamento — são riscos conhecidos em todo o país quando as precauções não são rigorosas.

Inventor

O que muda agora?

Model

A investigação vai tentar determinar se houve falha de equipamento, falta de escoramento adequado, ou negligência na supervisão. Essas respostas podem levar semanas ou meses.

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