Em um momento em que a indústria cinematográfica se vê diante de uma encruzilhada tecnológica, Tom Cruise ergue a voz em defesa de algo que as máquinas ainda não aprenderam a fabricar: a presença humana diante de uma câmera. Sua declaração — de que o público sempre preferirá o real — não é apenas a opinião de um ator, mas um posicionamento sobre o que o cinema, em sua essência, sempre foi: um encontro entre seres humanos. O debate que ele alimenta é antigo em sua forma e novo em sua urgência, pois pela primeira vez a substituição não é metafórica, mas técnica e economicamente viável.
Tom Cruise diz que público "sempre vai querer ver coisas reais" sobre IA generativa - Omelete
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