Em meio às turbulências do calendário eleitoral brasileiro, a revista The Economist voltou seu olhar para Renan Santos — um guitarrista de 42 anos com ambições presidenciais e uma plataforma de livre mercado que a publicação londrina compara à de Javier Milei. Com 4% nas pesquisas e a campanha parcialmente suspensa pelo TSE, Santos encarna a tensão recorrente entre a promessa de ruptura econômica e os limites impostos pelas instituições e pela cultura política de um país continental. Sua trajetória levanta questões mais amplas sobre o espaço que a direita liberal encontra — ou não encontra — n