Em setembro de 2026, a revista britânica The Economist voltou seu olhar crítico ao Supremo Tribunal Federal do Brasil, questionando se a instituição concebida para proteger a democracia não teria se convertido, paradoxalmente, em uma ameaça a ela. O debate que se seguiu revelou fraturas profundas dentro do próprio tribunal e reacendeu uma pergunta antiga sobre os limites do poder: quem vigia os vigilantes? O momento exige do STF uma escolha que vai além de personalidades — trata-se de definir o lugar do Judiciário na arquitetura democrática brasileira.