Em um pregão marcado pela divergência entre narrativas globais e domésticas, os títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação recuaram às mínimas de meses, ignorando a força surpreendente do mercado de trabalho americano. O Brasil seguiu sua própria lógica: sinais de desaceleração econômica interna e a expectativa de novo corte da Selic prevaleceram sobre o ruído vindo de Washington. É um momento que revela como economias, mesmo interligadas, podem habitar ciclos distintos — e como os mercados escolhem, a cada pregão, qual história querem ouvir.