No limiar de um ciclo eleitoral que ainda busca sua forma, o PP escolheu o silêncio estratégico em vez da aliança — e com isso desfez, formalmente, o sonho de uma composição que reuniria Flávio Bolsonaro e Tereza Cristina numa chapa presidencial. A decisão, anunciada em nota oficial sob o comando de Ciro Nogueira, revela que as fraturas dentro da direita brasileira não são apenas ideológicas, mas também pessoais e judiciais. O que parecia uma negociação natural entre aliados tornou-se impossível diante de mágoas acumuladas, investigações em curso e a geometria complexa de uma federação partidá