Desde os anos 1950, a teoria do apego de John Bowlby propõe que os laços formados na infância moldam nossa capacidade de confiar e nos aproximar dos outros — uma ideia que, décadas depois, encontrou nas redes sociais um palco inesperado e massivo. Milhões de pessoas no TikTok e além estão usando essa linguagem psicológica para nomear padrões que sempre sentiram mas nunca souberam descrever. O fenômeno revela tanto a sede humana por autocompreensão quanto o risco de transformar uma teoria complexa em rótulo definitivo.