Na tarde de uma quinta-feira de setembro, a zona oeste de Belo Horizonte recebeu em duas horas o que a natureza costuma distribuir ao longo de semanas — e as ruas do Barreiro responderam como respondem as cidades quando a água não encontra para onde ir. O evento não é apenas um registro meteorológico: é um lembrete de que o clima, quando se concentra, revela as fragilidades que a rotina esconde. Com o mês já acumulando 143% da média histórica e novos temporais previstos, a cidade permanece em estado de atenção diante de um padrão que não dá sinais de recuo.
Temporal alaga ruas do Barreiro com 32 mm em apenas 2 horas
Alagamentos afetaram ruas e bairros residenciais, com potencial impacto em moradores e infraestrutura local.