Em um momento em que a inteligência artificial avança mais rápido do que a capacidade humana de compreendê-la, vozes de dentro da própria indústria começam a nomear o inominável: a possibilidade de que a tecnologia escape ao controle de seus criadores. Pesquisadores da Anthropic e de outras empresas líderes alertam sobre riscos que vão da perda de autonomia humana à extinção, enquanto governos oscilam entre a urgência regulatória e a lógica da corrida geopolítica. O debate revela uma tensão antiga — entre o impulso de criar e a sabedoria de conter — agora acelerada a uma velocidade sem precede