No silêncio entre a Terra e o ponto L2, o telescópio Nancy Grace Roman viaja carregando mais do que instrumentos científicos: carrega tempo extra, conquistado não por ambição, mas por precisão. Um lançamento excepcionalmente exato e uma espaçonave mais leve do que o previsto pouparam combustível suficiente para transformar uma missão de cinco anos em uma jornada de até 22 — lembrando que, na exploração do cosmos, a virtude da exatidão pode ser tão valiosa quanto qualquer inovação.