Em março de 2025, o telescópio espacial Euclid da ESA voltou seu olhar para o coração da Via Láctea e devolveu à humanidade o retrato mais detalhado já feito dessa região em luz visível — 60 milhões de estrelas reunidas em uma única composição, fruto de 26 horas de observação paciente. É um momento que situa nossa Galáxia não apenas como cenário, mas como objeto de estudo profundo: a imagem abre décadas de pesquisa sobre como estrelas nascem, como galáxias evoluem e quais mundos desconhecidos orbitam esses sóis distantes.