Nas ruas de uma cidade real, sem volante e sem motorista, o táxi robô da Tesla inaugurou uma nova era do transporte urbano — não como promessa, mas como serviço comercial em operação. É o momento em que uma década de apostas tecnológicas encontra o caos imprevisível da vida cotidiana, carregando consigo perguntas que a engenharia sozinha não pode responder: quem paga, quem lucra e quem responde quando algo dá errado. A humanidade raramente sabe o que fazer com suas próprias invenções no instante em que elas chegam.
Táxi robô da Tesla começa operações sem volante em meio a controvérsias sobre preços
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