No limiar entre a rotina de um condomínio e o caos de um confronto armado, dois homens transformaram um residencial do Grande Recife em palco de fuga e violência na manhã de quarta-feira. A tentativa de escapar pelos telhados — gesto desesperado e simbólico — terminou em captura, ferimento e prisão preventiva, lembrando que a sensação de impunidade raramente sobrevive ao peso das consequências.
Suspeitos armados são presos após tentativa de fuga pelo telhado em condomínio do Recife
subiram pelo telhado, danificando a cobertura na fuga
Por que a polícia foi chamada especificamente naquele condomínio naquela manhã?
Moradores denunciaram que homens armados estavam intimidando pessoas no residencial. A polícia patrulhava a área e respondeu à denúncia.
Mas a gente não sabe o que exatamente significava "intimidar" — se era ameaça direta, se era presença, se era algo mais específico.
E quando os policiais chegaram, o que aconteceu?
Os suspeitos começaram a atirar nos policiais e tentaram fugir subindo pelo telhado.
A PM diz que os suspeitos atiraram primeiro, mas não confirmou quem disparou primeiro ou se houve revide. Então tecnicamente a sequência exata dos disparos não está estabelecida.
Como dois homens conseguem fugir pelo telhado de um condomínio?
Eles subiram pela estrutura interna, danificando o forro da cobertura no processo. Mas foram capturados antes de conseguirem sair do prédio.
As imagens mostram o dano, mas não mostram exatamente como eles entraram ou por que não conseguiram escapar completamente.
Um deles ficou ferido?
Sim, Marcílio Cândido da Silva levou estilhaços de vidro na perna causados por um disparo. Ele foi internado no Hospital Dom Hélder Câmara.
O relatório não deixa claro se o ferimento foi causado por disparo dos policiais ou de outro suspeito, ou em que circunstância exato ocorreu.
E agora, qual é a situação legal deles?
Ambos tiveram prisão preventiva decretada após audiência de custódia. A polícia apreendeu um revólver, munições e um simulacro de arma.
A defesa deles não se pronunciou publicamente — só disse que vai falar nos autos do processo. Então ainda não sabemos qual será a defesa ou se contestarão os fatos.
O Pulso
- Moradores do Condomínio Novo Tempo 4 viveram horas de terror enquanto dois homens armados os intimidavam dentro do próprio lar.
- Ao perceberem a chegada da polícia, os suspeitos abriram fogo e fugiram pelos telhados, destruindo a estrutura do prédio na corrida desesperada.
- Um dos fugitivos foi ferido na perna por estilhaços de vidro durante o confronto e precisou ser hospitalizado; o outro foi levado diretamente à delegacia.
- Com revólver calibre 38, munições e um simulacro apreendidos, a Justiça decretou prisão preventiva para ambos após audiência de custódia.
No limiar entre a rotina de um condomínio e o caos de um confronto armado, dois homens transformaram um residencial do Grande Recife em palco de fuga e violência na manhã de quarta-feira. A tentativa de escapar pelos telhados — gesto desesperado e simbólico — terminou em captura, ferimento e prisão preventiva, lembrando que a sensação de impunidade raramente sobrevive ao peso das consequências.
Na manhã de 23 de setembro, policiais do 18º Batalhão foram chamados ao Condomínio Novo Tempo 4, em Cidade Garapu, no Cabo de Santo Agostinho, após denúncias de que homens armados aterrorizavam os moradores. A chegada da equipe não intimidou os suspeitos — pelo contrário, eles abriram fogo e tentaram fugir.
A perseguição se desenrolou dentro do próprio condomínio. Os dois homens subiram pelos telhados do prédio, destruindo o forro da cobertura na tentativa de escapar por cima. Imagens que circularam nas redes sociais registraram os estragos deixados para trás. Mesmo assim, foram capturados antes de conseguir sair do residencial.
Identificados como Marcílio Cândido da Silva e Paulo Sérgio Batista da Silva, os dois tiveram destinos imediatos distintos: Marcílio, ferido na perna por estilhaços de vidro durante o confronto, foi internado no Hospital Dom Hélder Câmara; Paulo Sérgio foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, no Cordeiro.
Com a apreensão de um revólver calibre 38, seis munições e um simulacro de arma, o caso seguiu para a Justiça. Ambos passaram por audiência de custódia no Tribunal de Justiça de Pernambuco, que decretou prisão preventiva. A defesa optou pelo silêncio público, reservando qualquer contestação para os autos do processo.
Na manhã de quarta-feira, 23 de setembro, policiais do 18º Batalhão foram acionados para o Condomínio Novo Tempo 4, no bairro de Cidade Garapu, no Cabo de Santo Agostinho, após receberem denúncia de que homens armados estavam intimidando moradores do residencial. Quando a equipe chegou ao local, os suspeitos abriram fogo contra os policiais e tentaram escapar.
O que se seguiu foi uma perseguição dentro do próprio condomínio. Os dois homens subiram pelo telhado do prédio, danificando o forro da cobertura na tentativa de fuga — imagens que circularam nas redes sociais mostram a estrutura destruída após o incidente. Apesar da tentativa de escapar pela via elevada, os suspeitos foram capturados antes de conseguirem sair do residencial.
Os presos foram identificados como Marcílio Cândido da Silva e Paulo Sérgio Batista da Silva. Durante o confronto, Marcílio foi ferido na perna por estilhaços de vidro causados por um disparo de arma de fogo. Ele foi encaminhado ao Hospital Dom Hélder Câmara, onde permanecia internado conforme a última atualização do caso. Paulo Sérgio, por sua vez, foi levado ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife.
A Polícia Militar não confirmou detalhes sobre quem disparou primeiro ou se houve revide dos policiais contra os suspeitos. O que se sabe é que, após a ação, os agentes apreenderam um revólver calibre 38, seis munições e um simulacro de arma de fogo com os dois homens.
Ambos passaram por audiência de custódia no Tribunal de Justiça de Pernambuco, que decretou prisão preventiva para os dois. A defesa dos suspeitos informou que só se manifestará nos autos do processo, deixando em aberto qualquer contestação aos fatos relatados pela polícia.
Citações Notáveis
Os suspeitos passaram a atirar nos policiais militares e iniciaram a fuga— Polícia Militar