Em seu segundo mandato, Donald Trump encontra na Suprema Corte não um aliado, mas um árbitro que insiste em permanecer independente. A tensão entre o Executivo e o Judiciário americano revela uma verdade antiga sobre as democracias constitucionais: o poder nomeado nem sempre é o poder controlado. O que se desenrola em Washington não é apenas uma disputa entre ramos de governo, mas um teste sobre a resiliência das instituições quando submetidas a pressões extraordinárias.