No limiar do outono de 2026, o Pacífico equatorial tornou-se palco de uma convergência rara: três ciclones maduros alinhados sobre o mesmo oceano, alimentados por um El Niño que pode ser o mais intenso desde que os registros modernos começaram. A transição de La Niña para El Niño em apenas oito meses surpreendeu meteorologistas, e as anomalias de temperatura subsuperficial de até dez graus Celsius sugerem que o oceano ainda não revelou toda a sua força. Como em 2015, quando Kilo, Ignacio e Jimena coexistiram como furacões de grande intensidade, a natureza parece repetir um aviso — desta vez, p