O Super El Niño, fenômeno climático de escala global, intensifica-se sobre o Brasil e impõe ao país uma divisão profunda: enquanto o Centro-Sul acumula chuvas acima da média histórica, outras regiões sucumbem à seca. Diante dessa assimetria, o governo federal mobiliza R$ 9,8 bilhões para fortalecer o sistema de saúde, reconhecendo que as consequências do clima extremo transcendem a meteorologia e alcançam a saúde pública, a agricultura e a coesão social de uma nação continental.