Numa Europa do Norte onde a tensão com a Rússia se tornou rotina, a Suécia e a Finlândia aprofundam uma aliança que vai além dos tratados escritos. Estocolmo envia caças Gripen e navios de guerra para território finlandês, respondendo a um pedido direto de Helsinque perante o aumento de incursões de drones russos ao longo de uma fronteira de 1.340 quilómetros. A operação, prevista até ao final de 2026, é o reflexo mais concreto até hoje de como dois países que chegaram tarde à NATO estão a transformar a adesão em defesa real e partilhada.