Num momento em que o Brasil ainda digere as consequências do período pós-eleitoral de 2022, o Supremo Tribunal Federal reafirmou, sem uma única voz dissonante, a condenação de Eduardo Bolsonaro por coação — crime associado à trama golpista e a ações conduzidas nos Estados Unidos. A unanimidade dos cinco ministros da Primeira Turma não é apenas um resultado jurídico: é uma declaração institucional de que, diante das evidências apresentadas, não havia margem para interpretação diversa. Para a família Bolsonaro e seus aliados, a decisão aprofunda um padrão de derrotas judiciais que estreita progr