Após 33 anos à frente da CSN — 24 deles como CEO —, Benjamin Steinbruch entrega o comando operacional a Fabio Schvartsman, num gesto que marca tanto uma passagem de bastão pessoal quanto uma virada estratégica para a siderúrgica. A empresa carrega R$ 42 bilhões em dívidas e ações que perderam quase um terço do valor em 2026, e a nova gestão chega com mandato claro: vender ativos, aliviar o caixa e reconcentrar a companhia no que é essencial. É o tipo de transição que revela, ao mesmo tempo, os limites de uma era e a urgência de uma reinvenção.