Em Nova York, onde a lei finalmente autorizou o suicídio assistido por médicos, um grupo de profissionais de saúde fundou a Quiĕtus — o primeiro serviço do estado dedicado a acompanhar pacientes até uma morte escolhida. Liderada pela médica Tara Shapiro, cuja própria sogra morreu em seus braços após décadas de medicina paliativa, a iniciativa confronta uma das fronteiras mais antigas da ética médica: a linha entre curar e deixar partir. O serviço, rigoroso e íntimo, cobra cerca de 12 mil dólares e vai até a casa do paciente, carregando consigo tanto o alívio quanto o peso de uma decisão irreve
Startup de Nova York oferece serviço de morte assistida com rigor médico e ético
Pacientes terminais e gravemente doentes buscam morte assistida como alívio do sofrimento, incluindo idosos com doenças degenerativas e pessoas com câncer terminal.