Há sessenta anos, uma série de televisão ousou imaginar um futuro em que as diferenças humanas não eram obstáculos, mas riquezas a serem celebradas lado a lado. Star Trek nasceu em 1966 como ficção científica e tornou-se bússola moral para gerações, inspirando cientistas, astronautas e movimentos sociais com uma premissa simples e radical: a humanidade sobrevive quando aprende a cooperar. No momento em que a franquia enfrenta incertezas comerciais e o mundo enfrenta polarização crescente, os sessenta anos de Jornada nas Estrelas nos lembram que a utopia não é ingenuidade — é escolha.