Em Santa Cruz do Sul, o acúmulo de 96 internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave em 2026 conta uma história que os números brutos sozinhos não revelam: por trás do crescimento contínuo, a curva semanal de novos casos começa a dobrar para baixo, sugerindo que o pico sazonal do outono e inverno pode ter sido ultrapassado. Oito vidas foram perdidas, e os bebês menores de um ano concentram a maior preocupação do momento — lembrando que, mesmo quando uma onda recua, ela não recua igualmente para todos.
SRAG em Santa Cruz segue alta, mas curva aponta possível estabilização
Oito óbitos registrados por SRAG em 2026, com influenza responsável por três mortes e aumento de casos graves entre bebês menores de um ano.