Em um tribunal californiano, a Sony defende que é 'óbvio' que compradores de jogos digitais adquirem apenas licenças de uso, não propriedade — uma distinção que a empresa acredita já estar suficientemente clara em seus termos de serviço. O caso, movido por jogadores que se sentiram enganados pela PlayStation Store, toca em uma tensão mais ampla da era digital: o que significa, afinal, 'comprar' algo que não pode ser tocado, revendido ou verdadeiramente possuído? A resposta dos tribunais poderá redefinir como plataformas de distribuição digital se comunicam com milhões de consumidores.