Em meio a uma investigação sobre a morte brutal de um policial militar carbonizado, um celular esquecido sobre uma mesa tornou-se o centro de uma nova crise jurídica. A soldado Júlia Natália, presa como suspeita, usou o aparelho de seu próprio advogado para ligar à sogra — um gesto doméstico que, dentro dos muros de uma delegacia, adquiriu o peso de um crime contra o Estado. O episódio revela como, em momentos de crise, até os gestos mais ordinários podem reconfigurar destinos.
Soldado suspeita de morte de PM teria ligado 8 minutos pelo celular de advogado
Soldado Júlia Natália está presa por suspeita de envolvimento na morte do soldado Raphael Sampaio da Silva, de 27 anos, carbonizado.