A soja brasileira permanece acima de R$ 165 nos portos do país, sustentada por uma demanda que ainda reconhece o valor do grão nacional — mas o mercado, como todo organismo vivo, dá sinais de que precisa de pausa. Em Chicago, farelo e óleo avançam e reafirmam a centralidade do produto brasileiro nas cadeias globais, enquanto internamente o ritmo das negociações arrefece sem ruptura. É o momento em que preços e cautela coexistem, e o mercado aguarda que Fed, petróleo e clima revelem o próximo capítulo.