No Dia da Independência do Brasil, o presidente Lula escolheu a soberania nacional como bandeira central de sua campanha, proclamando que o país não se tornaria colônia de ninguém — um gesto que revelava tanto convicção quanto pressão eleitoral. Enquanto o palanque do 7 de setembro se transformava em arena de disputa narrativa, cada candidato buscava definir, à sua maneira, o que significa pertencer a uma nação soberana. A data histórica, sempre carregada de simbolismo, tornou-se espelho de um Brasil em que a identidade nacional é, ela mesma, objeto de disputa política.