Na noite de 14 de setembro, Manaus inscreveu seu nome em um novo limiar energético: 1.997,1 megawatts consumidos em um único instante, reflexo de uma metrópole que cresce mais rápido do que suas próprias estruturas conseguem prever. O recorde anterior tinha apenas duas semanas de vida, o que revela não uma anomalia, mas uma tendência — a de uma cidade que exige cada vez mais da terra e do céu que a sustentam. O feito foi alcançado sem apagões, mas a pergunta que ele deixa no ar é se a infraestrutura saberá acompanhar o que vem a seguir.