Em Minas Gerais, um imposto sobre veículos tornou-se palco de um dilema antigo da gestão pública: até onde o Estado deve abrir mão de receita para manter negócios dentro de suas fronteiras? Enquanto Simões defende a alíquota reduzida de IPVA para locadoras como garantia de competitividade regional, Kalil adverte que o custo dessa generosidade pode chegar a bilhões subtraídos de serviços essenciais. O debate, ainda sem resolução, revela a tensão permanente entre atrair o capital privado e sustentar o bem coletivo.