Quando um senador compara uma política energética de cinco décadas a uma fraude de supermercado, o setor que a sustenta responde com dados, história e uma ironia reveladora: o próprio crítico havia votado a favor da lei que agora ataca. No Brasil de agosto de 2026, a disputa em torno da mistura de etanol na gasolina expõe a tensão permanente entre o discurso político de ocasião e as estratégias de Estado que atravessam gerações.