A cada setembro, uma campanha transforma dados clínicos em convite humano: que as mulheres conheçam seus corpos e não subestimem os sinais que ele envia. Os cânceres ginecológicos — de ovário, endométrio, colo do útero, vagina e vulva — atingem milhares de brasileiras anualmente, e muitos diagnósticos chegam tarde não por ausência de sintomas, mas por silêncio diante deles. Num momento em que a ciência oferece tratamentos cada vez mais personalizados, a conscientização continua sendo o primeiro e mais poderoso instrumento de cuidado.