Na terça-feira, 15 de setembro, o plenário do Supremo Tribunal Federal reuniu-se para deliberar sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes no Caso Master — e revelou, ao país, algo muito maior do que o processo em si. O que deveria ser um rito institucional transformou-se em confronto aberto, com ironias, acusações e gritos entre ministros, enquanto o placar ficou dividido e Flávio Dino pediu vista, suspendendo qualquer resolução. A sessão não encerrou um debate: escancarou a fratura que atravessa a mais alta corte do Brasil.