No último sábado de setembro, o Sepultura encerrou sua trajetória no Rock in Rio não com uma reverência ao passado glorioso, mas com uma declaração de inteireza: ao tocar exclusivamente músicas da era Derrick Green, a banda afirmou que sobreviver também é uma forma de grandeza. É a história de um grupo que aprendeu, ao longo de décadas, que identidade não é origem — é persistência.