Em um momento em que nações competem pelo domínio de tecnologias que ainda estão nascendo, o Brasil instalou no DigiTech da Firjan Senai, no Rio de Janeiro, o Triangulum II — um dos apenas três computadores quânticos educacionais em operação no país e o mais avançado entre eles. A máquina, fabricada pela chinesa SpinQ, não é apenas um equipamento de laboratório: é uma declaração de que a computação quântica deixou o campo da especulação e entrou na disputa real por talentos e soberania tecnológica. Formar profissionais capazes de pensar e trabalhar com qubits tornou-se, para o Brasil, uma ques