Em um jogo entre Fluminense e Corinthians, a tecnologia que deveria trazer certeza matemática ao futebol brasileiro revelou seus próprios limites: o sistema semiautomático da CBF falhou ao processar cenas com jogadores caídos, forçando árbitros a retornarem ao traçado manual de linhas. O episódio não é apenas técnico — é um lembrete de que toda ferramenta criada para eliminar a ambiguidade carrega, em si, novas formas de incerteza.