A cada ano, o mundo vota com o olhar — e em 2026, a revista Travel + Leisure revelou, em sua 31ª edição do World's Best Awards, que San Miguel de Allende, no México, ocupa o topo do desejo coletivo dos viajantes. O ranking, que pondera arquitetura, gastronomia e experiência cultural, reflete não apenas preferências individuais, mas o pulso de uma época em que a Ásia e o México emergem como centros gravitacionais do turismo global. A ausência do Brasil entre os dez primeiros convida à reflexão sobre o que um país oferece ao mundo — e como escolhe se apresentar a ele.
Sem Brasil no topo: Travel + Leisure elege San Miguel de Allende melhor cidade de 2026
Arquitetura colonial, gastronomia e compras atraem o mundo
Por que San Miguel de Allende ganhou? O que a revista disse especificamente?
A Travel + Leisure mencionou três coisas: a arquitetura colonial vibrante, a gastronomia e as opções de compras. Pontuação de 93 em 100.
Mas como eles calculam isso? Quem votou? Leitores, especialistas, algoritmo?
A fonte não detalha a metodologia. Sabemos que é a 31ª edição do prêmio, então há histórico, mas o processo específico não está explicado.
E por que nenhuma cidade brasileira entrou no top dez?
Não sabemos. A fonte apenas constata a ausência. Não há análise do porquê.
Exatamente. Poderia ser que cidades brasileiras ficaram em 11º, 12º lugar, ou muito mais abaixo. A fonte não diz.
Então o Brasil está fora, mas não sabemos por quanto.
Correto. E não sabemos se essa é uma tendência ou um resultado atípico para este ano.
A fonte também não menciona se o Brasil estava no top dez em edições anteriores. Sem contexto histórico, é difícil avaliar o significado real dessa ausência.
O Pulso
- San Miguel de Allende desbancou destinos consagrados e chegou ao primeiro lugar com 93 pontos, sinalizando uma virada no mapa do turismo de prestígio.
- A Ásia domina metade do top dez, com Quioto, Chiang Mai, Bangkok, Siem Reap e Tóquio reafirmando sua força como polo de atração global.
- O México aparece três vezes entre os dez melhores — San Miguel de Allende, Oaxaca e Cidade do México —, consolidando o país como potência turística das Américas.
- Nenhuma cidade brasileira entrou no top dez, expondo uma lacuna de visibilidade e competitividade do país no cenário internacional de viagens.
- O resultado acende o debate sobre infraestrutura, narrativa e posicionamento do Brasil diante de destinos que souberam transformar cultura em atração reconhecida mundialmente.
A cada ano, o mundo vota com o olhar — e em 2026, a revista Travel + Leisure revelou, em sua 31ª edição do World's Best Awards, que San Miguel de Allende, no México, ocupa o topo do desejo coletivo dos viajantes. O ranking, que pondera arquitetura, gastronomia e experiência cultural, reflete não apenas preferências individuais, mas o pulso de uma época em que a Ásia e o México emergem como centros gravitacionais do turismo global. A ausência do Brasil entre os dez primeiros convida à reflexão sobre o que um país oferece ao mundo — e como escolhe se apresentar a ele.
A Travel + Leisure divulgou sua 31ª edição do World's Best Awards e coroou San Miguel de Allende, no México, como a melhor cidade do mundo em 2026, com 93 pontos em 100. A publicação destacou a arquitetura colonial, a gastronomia e o comércio local como os grandes atrativos da cidade mexicana.
O segundo lugar ficou com Quioto (92 pontos), seguida por Chiang Mai, Hoi An e Oaxaca, todas com 91 pontos. A presença de duas cidades mexicanas entre as cinco primeiras reforça o peso do país no turismo internacional. O restante do top dez inclui Bangkok, Jerusalém, Siem Reap, Cidade do México e Tóquio — com a Ásia ocupando metade das posições de destaque.
O dado que mais gerou atenção, porém, foi a ausência completa de cidades brasileiras entre os dez primeiros colocados. O resultado coloca em pauta a competitividade turística do Brasil frente a outros destinos latino-americanos e globais, e levanta perguntas sobre como o país projeta sua identidade cultural para o viajante internacional.
A revista Travel + Leisure anunciou sua 31ª edição do World's Best Awards, e o resultado traz uma mudança no topo do ranking mundial de cidades: San Miguel de Allende, no México, conquistou o primeiro lugar com uma pontuação de 93 em 100. A publicação destacou que a cidade mexicana atrai visitantes globais graças à sua arquitetura colonial vibrante, gastronomia de qualidade e opções variadas de compras.
O segundo lugar ficou com Quioto, no Japão, que recebeu 92 pontos. Logo atrás, empatadas com 91 pontos, aparecem Chiang Mai, na Tailândia, e Hoi An, no Vietnã. Oaxaca, também localizada no México, completou o top cinco com a mesma pontuação de 91 pontos. A presença de duas cidades mexicanas entre as cinco primeiras posições reforça a força do país como destino turístico internacional.
O restante do top dez é preenchido por Bangkok, na Tailândia; Jerusalém, em Israel; Siem Reap, no Camboja; Cidade do México, no México; e Tóquio, no Japão. A distribuição geográfica revela uma predominância clara da Ásia no ranking, com destinos asiáticos ocupando metade das dez primeiras posições. O México, por sua vez, aparece três vezes entre os dez melhores, consolidando sua posição como potência turística.
O que chama atenção é a ausência total de cidades brasileiras no top dez do ranking. Nenhuma localidade do Brasil conseguiu se posicionar entre os dez destinos mais bem avaliados pela revista especializada em viagens. Esse resultado levanta questões sobre a competitividade turística do país no cenário internacional e como o Brasil se posiciona em relação a outros destinos da América Latina e do mundo.
Citações Notáveis
A vibrante arquitetura colonial desta cidade mexicana, sua gastronomia incomparável e suas opções de compras ecléticas continuam a atrair visitantes do mundo todo— Travel + Leisure, sobre San Miguel de Allende